quarta-feira, 11 de novembro de 2009

The human being. E a tecnologia.

(Mais um dá série: "Whatever & a Tecnologia")

Ontem (quarta-feira, 10/11/2009, eu acho) lá pelas 22h rolou um apagão quase que geral em todo território tupiniquim. De sorte ainda atingimos o Paraguai, mas a Argentina saiu ilesa. Facepalm.

18 estados brasileiros viveram no apocalipse até as 2:43 da matina, onde dizem que a luz foi restabelecida e o distúrbio na força passou. Eu já dormia nessa hora, portanto, não posso confirmar a informação.

Maaas, vamos ao tema.
Logo quando um poltergeist pareceu invadir minha casa - ação que eu realmente acreditei, pois as lâmpadas piscavam mais do que a luz anal de um vagalume - fui até o quarto, busquei o telemóvel e entrei direto no Twitter pelo navegador podre da TIM. Até que o tal foi útil: Eu twittando piadinhas e minha mãe desesperada pois o 3G do I-phone não pegava.

Logo quando mandei a primeira piada pelo celular (acredito que tenha sido algo como "Feliz 2012 adiantado e parabéns a todos do Apocalipse Brasil!") me toquei que eu estava inapto a sobreviver aquela noite sem meu maldito aparelhinho celular, meu PSP a minha lâmpada de pilhas pra ler umas HQs velhas do Motoqueiro Fantasma.

Eu enchi tanta linguiça com historinha nesse post só pra mostrar que o ser humano se tornou tão dependente da tecnologia que um black-out (blecaute, que seja) já gerou um barata-voa assustador. Concordo que o apagão não foi pequeno, mas um pouco de auto-controle ou um mínimo de tolerância quanto a piadinhas infames no Twitter seria bacana.

Alguns amigos me "relataram" que a mãe deles começou a, literalmente, andar em círculos durante o período da falta de eletricidade. Minha casa também não era um foco de esbanjamento de alegria mas não chegamos a esse ponto.

Eu adoro tecnologia. Eu sou um nerd, que que eu posso fazer? Nesse momento eu estou vendo TV, escrevendo, ouvindo pocasts e assistindo TV muda (isso explica alguns erros de concordância nesse texto) e essa postagem não é, de forma alguma, uma crítica aos sedentários de computador - principalmente por que não sou nem um pouco auto-crítico.

O vício, qualquer tipo de vício, não importando se for por roer unhas do pé, cutucar o ombro ou qualquer tipo de esquizofrenia do gênero. O vício sempre causará problemas e eu gostaria de conseguir não me plantar como uma raíz velha na cadeira em frente ao computador, but I can't. Fica pra vocês essa tarefa, eu fico aqui escrevendo.

E ao final dessa redação, só posso pedir, nunca mais apagão!
A intenção inicial não era rimar, era só fazer uma frase final, mas agora que já ridicularizei, deixa quieto.

PS: Eu tô querendo gravar um VideoCast Solo, só pra brincar mesmo. Se conseguir fazer isso hoje ou amanhã, eu posto no sábado, pra compensar a "seca" de posts na última semana.

Agradecimento especial a todos que fizeram parte da grande bibliografia de piadas do apagão no Twitter.

domingo, 1 de novembro de 2009

Cards, Chips & Laws

A constituição brasileira proíbe qualquer "jogo de azar" mantido em lugar público, sendo "jogo de azar" qualquer atividade que envolva mais sorte - ou somente sorte - do que o próprio cálculo.
Houveram milhões de debates, reuniões, CPIs e o diacho pra definir a proibição ou legalização desse tipo de "modalidade" no Brasil, mas não é porque a legislação proíbe que metade do país cortará as atividades de pôquer semanal no domingo à tarde.

Eu, como defensor e amante berseker do Texas Hold'em e, infelizmente, uma tentativa de jornalista imparcial, vou falar disso pelos dois pontos de vista. Ou não. É, não.

Eu sempre achei que cada um vivesse por sua conta e risco, portanto, a culpa não seria da banca de BlackJack se alguém ficasse bêbado e apostase sua aposentadoria numa mão somada em 23. A mesma coisa para o bingo, roleta e outros desse gênero que agora me falham a memória. São jogos que eu considero estúpidos porque não incluem nenhuma lógica nem trazem alguma diversão, mas só o risco do prejuízo/perda de todos os bens imagináveis não é motivo que justifique a proibição generalizada de todos os jogos de carteado.

O pôquer, após ser apoiado por vários profissionais da área, foi considerado um esporte de estratégia e cálculo, estando ao lado do xadrez e afinal, a sorte não define os melhores jogadores. Mesmo assim, ainda é um esporte discriminado.
Todos os filmes e histórias de gente que "perde tudo nos jogos" fez esse senso comum ao redor, não só do pôquer, mas de toda atividade que possua um Ás.

Aqui, o BlackJack é considerado maligno, a roleta é o jogo do demônio e o texan poker é pra quem entregou a vida à futilidade. É uma pena, alguns esportes de cartas poderiam ser explorados, mas não, é mais fácil transformá-los em alvos. Pra que fazer algo?
Proíbam os cassinos, não precisamos deles. Já temos um grande cassino em Brasília, a verdadeira "Sin City".

Não é a constituição nem o preconceito que vão acabar com os cassinos.
Não é a constituição nem o preconceito que vão acabar com minhas tardes de pôquer no domingo.

PS: Próximo post, advinhem? (As Fantásticas Aventuras de) Dag Hammarskjöld: O Herói Desconhecido - Parte 3!
PS2: Atualizações toda quarta e domingo! Continue acompanhando!

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

O Entretenimento e a Tecnologia

Os livros, o meio televisivo, a indústria do cinema - a mídia do entretenimento em geral - e, principalmente, a tecnologia são áreas que sempre andaram juntas, produzido histórias fantásticas, filmes baseados em seriados ou até mesmo criando macacos gigantes e lagartos-dinossauros cuspidores de laser que destroem metade dos (prédios de papelão) de Tóquio.

Mas, como alguns devem saber, foi graças as séries que possuímos aparelhos celulares. Sim! Gracas ao seriado nerd mais popular da década de 60 nós possuimos esses malditos objetos polifônicos. O comunicador do Capitão Kirk na série Jornada nas Estrelas (Star Trek) se adiantou em 20 anos no lançamento da primeira tentativa de celular. E olha que esse da série tinha até flip!

Alguns livros precederam eventos da humanidade. Todos que passaram pela quinta séria tiveram que ler algum livro de Júlio Verne. Seja "20.000 Léguas Submarinas" ou o até já produzido nos cinemas "Viagem ao Centro da Terra". Pois é, lembram do livro De la Terre à da Lune? "Da Terra à Lua", uma história que se adiantou no tempo, descrevendo a cápsula espacial, os astronautas... Tá certo, o jeito de transportar a cápsula foi untanto exagerado (leia-se "com um canhão gigante"), mas o que seria dos livros sem um pouco de ficção?

Basear-me-hei (minha professora de redação da quarta série ia chorar de felicidade com esse vocabulário punhetado) de um dos maiores gênios da humanidade: Leonardo Da Vinci. Sim, ele era um homem (louco) a frente de seu tempo. Naquele livrinho que eu li quando criança, da série "Mortos de Fama" que falava sobre Da Vinci me mostrou seus rascunhos de invenções. Coisas fantásticas, que iam desde a simples - porém elaborada - escrita reversa até um helicóptero!
O pintor renascentista italiano rascunhou também diversas invenções militares, como a besta gigante - não o godzilla, antas. Um arco e flecha tamanho família - e o canhão de 3 canos. Projetou também antecessores de escavadeiras, asas-deltas (é assim o plural?) e o já citado helicóptero.

Todas as mídias contribuem para o futuro e, se continuar assim, quem sabe em 2050 não teremos Teletransportadores, Replicantis e, quem sabe até Deloreans caindo de ré nas esquinas.

Ok, imaginativo demais.
Mas não menos divertido.

domingo, 25 de outubro de 2009

Olim-piadas, Copa do Mundo e a "Preocupação"

A notícia que a sede do maior evento esportivo do mundo será o Brasil está bombando. No Brasil, é claro.
Ganhamos a sede das Olimpíadas por caridade, pura esmola, afinal, não nos comparamos a Chicago, Tóquio ou Madrid. Mas eu vou ser sincero: Vai piorar a situação do nosso país, não temos capacidade para manter um evento desses, mas eu estou feliz, mesmo. É um grande evento e, se nossa terrinha não consegue administrar para saírmos no lucro, oras bolas, vamos sair no prejuízo nos divertindo pelo menos!



Quero ver se na hora da final do futebol, todos esses que hoje falam "Olim-piadas, é uma vergonha o Brasil tentar sediar um evento desses!" não vão estar na cadeirinha cativa berrando "Eu sou brasileiro, com muito orgulho, com muito amor!". E tem mesmo que ser brasileiro, pra se contentar com isso. Somos um povo de esmola.

Eu não vou mentir. Eu quero ir no Rio só pra ver essa festa. Assistir ao Judô, Tae-kwon-do, esgrima e basquete em nosso solo vai ser divertido. Quem sabe eu até vá em algum jogo de futebol. Cornetar, lógico.

O Zé Povinho do nosso país precisa entender que essa olimpíada não foi uma vitória, não a merecemos, mas como a conseguimos, vamos aproveitar. A realidade é que, com isso, alimentamos mais esse espírito gordo e depressivo do povo brasileiro, mas, falando sério, o que podemos fazer?
O povo que quer mudar e tem consciência de como fazê-lo é uma parcela muito pequena e o resto é desfavorecido - Se você não for politicamente (chato) correto, sinta-se a vontade para ler "ignorante".

No final das contas, o que nos resta é aproveitar o que temos. Aproveitar a esmolinha que conseguimos, porque depois já vem mais uma época de eleições - e mais uma época de decepções.

Só espero que o governo do Rio de Janeiro faça o possível pra esse evento não nos prejudicar mais do que especulamos, para que ele tenha uma consciência de administração e segurança. E, de preferência, impedir qualquer assassinato de atletas devido a entrada de skinheads nos eventos.

De resto, só nos sobra ficar na esperança.
A esperança do brasileiro, que não é novidade para nenhum de nós.

Aí me perguntam: "Você não ia falar de copa do mundo também?"
E eu respondo: "Você lembrava da copa do mundo antes de ler tal nome no topo do post?"

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Arte Ou Merda?

Ah, o velho debate.
Ah, o velho tesão de falar de assuntos polêmicos.

A arte moderna, a arte de atirar dois baldes de tinta num quadro e inventar uma desculpa pra ele ficar na ala especial do MAM.
Brincadeira, é uma arte que merece seu devido respeito, mas isso é um blog de humor... eu acho.

Na teoria, a arte moderna apenas mostra o quadro e deixa o trabalho de pensar para o espectador, o que a torna um ótimo meio de expressão para intelectuais incompreendidos - e também um ótimo meio pra golpes safados.

Deve haver um significado - qual não me é aparente - que atrai os amantes de tal arte e eu espero poder entender um dia, mas, enquanto isso não acontece, a única coisa que posso fazer é o que, de fato, eu faço de melhor. Tirar sarro.



O conceito da arte até me atrai, mas eu não nego que, ao chegar no museu, ver uma tela branca com uma pincelada vermelha me brochou. Algumas artes posteriores, como Andy Warhol e o Pop Art até me causam certo interesse mas, poxa, vamos combinar: Uma pincelada vermelha numa tela branca é mais do que motivo pra duas semanas de viagra.

Eu tenho um certo desprezo - ignorante - pela arte "abstrata/moderna". Na verdade, um conceito gerado não pela arte em si, mas sim pelos seus amantes. Nada mais irritante do que uma tentativa de intelectual te chamando de fazendeiro por não sentir tesão por aquilo que ele gosta.

Hoje em dia, assistir "Encouraçado Potenkin", gostar de arte moderna e usar tênis verde, óculos e boina se tornou o sinônimo de ser "intelectual". Se é assim, contar as estações do metrô, pra mim, é a maior matemática.

A arte não precisa ser algo que te faça pensar, algo belo ou abstrato, que crie um quebra-cabeça mental e te deixe com insônia por passar madrugadas tentando decifrá-lo.
A arte pode se resumir a algo simples e ingênuo, como um desenho, um simples texto ou até mesmo um mero videogame.

Essa falsa idéia de "cult" gerada pela apreciação da arte moderna é ridícula. Alguém me prove o contrário, tomando como exemplo o filme Warriors (Os Selvagens da Noite): Um filme treche que trata de porrada entre gangues nova iorquinas brigando pelo domínio da cidade. É um filme que ganhou status de "cult", mesmo mostrando algo que a maioria dos admiradores da superioridade intelectual julgam a mais pura ignorância.

A arte moderna deve ser valorizada - e tratada - como qualquer outro movimento artístico e seus seguidores raivosos poderiam usar um pouco da intelectualidade para o entendimento da palavra "humor", que parece ser barrada em qualquer sistema de processamento cerebral de tais pessoas.
P-p-po-por ho-hoje é s-só p-p-pe-pessoal.
Comentários estão sempre abertos a discussões.
Inteligentes, de preferência.

PS: Vou começar um esquema de postagens aqui e no Miquinhos Adestrados. Funcionará assim: No Blog do Pateta terão duas postagens semanais, sempre de Quarta-Feira e Domingo! No Miquinhos, as postagens serão de terça feira (meu post) e sexta-feira (post do Pente). Entrem lá nas respectivas datas, o Blog do Pente tem postagens semanais de segunda e quinta, confere lá também!
PS2: Cara, a postagem dos video-games deu mó treta, e olha que o tema nem era agressive!. Senta que lá vem história pra esse post aqui!
PS3: E o meu Yankees, hein galera? Major League é nossa!

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Crítica - Distrito 9

Tentarei não mandar spoilers nesse aqui, não por ser fantásticamente genial - e também, não que esteja muito longe disso - mas porque, um spoiler desse filme pode estragar toda a história e toda a maneira inovadora de se exibir um filme sobre extraterrestres.
Fui pro interior quando estava na onda de filmes de invasores espaciais, começando por Contatos Imediatos de 3 Grau, Outlander e até 2001 - Uma Odisséia ao Espaço. Ouvi falarem do tal "Distrito 9" e achei que era um filme de apartheid (explicarei mais a frente) ou algo do gênero, até descobrir que era, na verdade, um local em Johannesburgo onde os alienígenas - ou "Não-Humanos", como são chamados no filme - se instalam e vivem nas favelas sul-africanas.

O longa metragem começa como um documentário, onde Wilkus, um homem na MNU, é encarregado de levar uma ordem de despejo aos "invasores". O primeiro ponto surpreendente do filme é o fato de ser uma história de extraterrestres passada na África do Sul, tanto que o documentário começa com um trecho do tipo "Não seria nenhuma novidade se isso ocorresse em Washington".

Enquanto Wilkus vasculha os barracos dos não-humanos, dois destes conseguem produzir um combustível que é o 'ingrediente' que faltava para eles voltarem para a casa. O protagonista do documentário chega no muquifo desses dois e é exposto a essa subastância. This Can't Be Spoiled..

Outro ponto que chama bastante atenção: Todos que fizeram sexta série (coisa que dúvido em relação a alguns "leitores" desse blog) estudaram o, já citado aqui, apartheid. Na África do Sul, os negros eram reprimidos a ponto de ter que usar banheiros diferentes, áreas separadas em restaurantes e até ceder posição em filas hospitalares. O "Distrito 9" mostra novamente esse sofrimento, mas, dessa vez, com os aliens. A cidade de Johannesburgo se adapta aos "visitantes" e, por isso, fazem várias placas como "Proibida a entrada de não-humanos" e chegam até a criar uma organização para "controle" dos extraterrestres, a MNU (Multi-Nacional Union ou União Multi-Nacional).



O filme causou uma repercussão enorme devido ao marketing dele. Fizeram um site onde você pode gravar a sua denúncia de ter visto um não-humano! Exato! Como se fosse um telefonema para a MNU! A denúncia mais criativa levará prêmios, veja no site (segue o link abaixo).

http://www.sonypictures.com.br/Sony/HotSites/Br/district9/disque-denuncia/main.php
É super divertido, tem denúncias bem engraçadas, eu fiz a minha e depois coloco aqui procês.
Não via uma ação de marketing tão criativa desde o lançamento de Batman - Cavaleiro das Trevas, onde teve o Easter Egg que você ligava pro Harvey Dent e tal... Os nerds lembrarão.

Além disso, eu vi uma divulgação que, particularmente, achei muito bacana. No metrô Paraíso (para os moradores de São Paulo) há uma placa escrito "Viu um Não Humano? Denuncie!" e um telefone da MNU. Todas as ações levam o filme mais próximo do espectador, e é pelo próprio roteiro, juntamente com a atividade de marketing e a mistura de filme/documentário/ficção que minha nota para Distrito 9 é de 5 estrelinhas bem preenchidas.

Distrito 9 não é só um filme de alienígenas. É um filme que mostra o sofrimento de um povo.

PS: Mensagem do filme aos aliens é aplicavel a alguns malas deste blog.
Você Não é Bem Vindo Aqui.

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

"Meros Games"... Meros Mortais...

Aviso: Se você quiser se nostalgiar ainda mais, sugiro que clique AQUI e utilize esta música como trilha sonora enquanto lê.


Posso até não parecer...
Ok, mentira, eu pareço e, sim, sou nerd. Mais até do que eu precisaria ser.

Mãããs, a postagem incrívelmente longa que vem depois do recesso criativo de hoje é sobre Games! Um tema que eu nunca abordei aqui porque... eu fiquei com preguiça, afinal, esse blog é sobre tudo.
Fiz uma grande pesquisa (com duas pessoas, sendo que uma delas não sabia o que sugerir) procurando temas para abordar nesse vaaasto mundo lindo dos videojogos, como diria meu avô.

Enfim, como vocês devem ter percebido, pelo título da postagem, esta é minha defesa! Games não são só games, diacho, são arte! (Afinal, se até Arte Moderna é chamado de Arte, porque os jogos não!?)

Games podem sim ensinar algo útil a você, e podem sim ser chamados de arte. Sem os jogos eu nunca saberia que é necessário 500 facadas para matar um crocodilo, tampouco descobriria que homens-cogumelos em castelos são extremamente traiçoeiros (aposto que eles trabalhavam pro Bowser... Malditos).
Tentando falar sériamente agora, os jogos podem não te trazer aquele conhecimento - verdadeiramente inútil - que você aprende na escola (portanto, desista de aprender física jogando Gran Turismo), mas, no meu caso por exemplo: Eu falo inglês fluentemente, e isso graças a que? Aos games, onde, nas insistentes tardes jogando meu PS1, eu ficava perguntando pro meu pai "O que quer dizer Weapon?", "o que quer dizer Season?", nomes bastante lidos em Metal Gear Solid e o bendito Winning Eleven com jogadores de face desfigurada.

Não sou o tipo de gamer maluco que trocaria a alma - ou até o meu amado PS3 - por um Nintendo Entertainment Sistem (NES - O querido Nintendinho), mas, logicamente, não deixo de ver a beleza de seus jogos. Todo jogo já criado tem sua arte, desde dois palitos e um quadrado brancos e mal-desenhados, como no pong do Atari (ou do TELE-JOGO!) até o maravilhoso Assassins Creed 2, pros incríveis consoles da nova geração.

Pense nas tardes chuvosas onde você não podia sair da sua casa pra jogar bola, quem te salvava? O Winning Eleven desfigurado do PS1
Lembre das madrugadas com os amiguinhos em casa? Qual era o entretenimento da sua gangue pré-adolescente (além de jogar coisas pela janela)? Jogar Smash Bros. no N64
E quanto as aulas de matemática da quarta série? Até hoje agradeço por ter - e tenho até hoje - aquele Brick Game. Tetris nunca foi tão divertido.

A diversão dos pivetes de 15 anos atrás, quando saiu o NES, deve ter sido fantástica, assim como a minha diversão ao encostar, pela primeira vez, num Wii Remote e descobrir uma inovadora tecnologia.

O Super Mario Bros. pixelizado do NES
O Pong do Tele-Jogo
Os joguinhos bizarros do Atari
Os outros Marios que eram criados em massa para o SNES
O maldito ouriço azul no Sega Megadrive
O Super Smah Bros. do N64, que disperdiçou MUITAS tardes da vida de MUITA gente
O GameCube, que eu só prezava pra jogar Zelda (título que, durante muitos anos, achava ser o nome do protagonista)
Os consoles da nova geração - Os gráficos do Playstation 3, a inovação do Wii e... bem, as 3 luzes vermelhas do XBOX.

Há inúmeras plataformas a serem citadas, desde o Comodore até o Playstation 1, até os portáteis, que vem desde o BRICK-GAME, passam pelos game-boys e vão até o PSP e o DSi.
Há inúmeros jogos que eu poderia citar - e muitos que eu gostaria de agradecer, pois fizeram minha infância - mas eu pretendo terminar esse post em menos de um mês.

Vou terminar esse post com a frase mais sábia de um grande (nerd) amigo meu:
"E mesmo que jogos não sejam considerados arte... Eu vou continuar passando de castelo em castelo, só para descobrir que a princesa não está lá, e me contentar com um anão com cabeça de cogumelo. Eu vou continuar sendo um GAMER.

E quanto a você?"



PS/Divulgação/Agradecimento: Henrique Alves (leia-se "Pente") é o gênio por trás do meu conhecimento de videogames. O tema foi sugestão dele e é o melhor escritor sobre o assunto, posso garantir! (Leia isso, EGW!). O blog dele é www.arteemiquinhos.blogspot.com Visite. Vale a pena.
PS2: Sim, ele é o maluco que faz o Miquinhos Adestrados comigo. Não tô fazendo jabá pra ele porque é meu amigo, ele manja mesmo, visitem no link já postado no PS acima.
PS3: Eu já tenho!
PS4: Ainda não lançou (tu-dum-ts!).
PS4 Sério: Esse post foi nostálgico e, vagamente emocionante.


E, de verdade, eu tenho um Brick-Game. And I'm Proud Of It.