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sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Maioridade Penal - WTF?

First of all, deixe-me explicar o contexto:
É um tema bastante incomum, tendo em vista os posts anteriores. Sim, o post inicial era a Review de Assassins Creed II para o PS3. Não, eu não sei como uma review se tornou um texto de reflexão política.
O fato é o seguinte: Algum dia eu terei que escrever um material (de qualidade) sério. Isso inclui redações argumentativas, com tese, argumentação, conclusão e os caraio. Escolhi o tema "Redução da Maioridade Penal" pois, além de ser o tema da prova de português, é algo que tenho uma opinião certa e definida, e acho que rende umas linhas interessantes.
Preciso praticar alguma coisa séria de vez em quando. É difícil ganhar pão tirando sarro de arte morderna ou analisando um B.O da polícia federal escrito por um oficial sob efeitos de rodiasol.

Pré-Post PS: Esse tema foi escrito pelo Nipooo e eu tenho a autorização verbal (leia-se "pode copiar a minha idéia, eu não me importo") para isso. Sinceramente, não influência em muita coisa. Vaaamos lá.

Maioridade Penal.

O Estatuto da Criança e do Adolescente proíbe a permanência de mais de 3 anos de um menor de idade - abaixo de 18 anos - num orgão de internação. Essa mesma insituição toma medidas levadas pelo senso emocional e não vê que deixar em liberdade uma pessoa de 16 anos que cometeu um crime é um ato incoerente e imoral, já que simplesmente "tolera" a sentença e condenação de alguém que cometeu o exato mesmo crime, mas é, involuntariamente, dois anos mais velha. Eles acham que ninguém nunca pensou em tirar proveito dessa falta de punição? Também, não há uma grande evolução de conscientização do adolescente em seu período de crescimento dos 16 ao 18, portanto, a falta de noção de seu ato criminoso é um contra-argumento dispensável.
No Brasil, é cedida a carteira de motorista e o direito ao voto para o jovem de 16 anos. Propriamente, por lhe conceder o manejo de um carro - que, em mãos irresponsáveis, é um fator significativo nos gráficos de aumento da mortalidade (grande parte dos acidentes automobilísticos são resultantes de indivíduos inaptos ao volante) - e a influência na disputa por cargos políticos, tirar a responsabilidade por suas ações, somente em conta de que são atos infratores à lei, é anti-ético, e, ainda por cima, uma brecha para que o aumento da criminalidade adolescente seja exponencial. A falta de punição é um favor ao crescimento de atos condenáveis na extensão tupiniquim.O que foi exposto aqui nos leva - ou tentará nos levar - à decisão mais justa e lógica que os governantes podem tomar em relação a redução da maioridade penal: Ela é necessária, essencial. Todos os indivíduos são iguais perante à lei, ao meu ver, desde que conscientizados de seus atos, sejam crimes ou favores. Frizo novamente que, um jovem em seus 18 anos não é tão mais ciente da criminalidade realizada por ele do que um outro de 16. A redução dessa pena fechará a brecha que livra a cara de criminosos que, incessantemente, tomam proveito da situação, enquanto a justiça assiste, de pernas cruzadas, todos os ocorridos.
Para mim, há duas regras que devem ser aplicadas numa deicsão política tão polêmica: Primeiramente, ela deve visar o bem da maior parte da sociedade, o bem e a vontade da maioria são a base do sistema governante democrático. Em segundo lugar, a decisão não pode, de maneira alguma, contradizer os direitos humanos - Meu motivo por ser contra a pena de morte.
Na redução da maioridade penal, não há infração dessas duas regras, há apenas um fator, que pode tornar todos os outros argumentos nulos. Esse fator é a justiça, a qual deve ser aplicada igualmente a todos.

The End.

Eu sei que não segui a ordem da carta argumentativa, mas carácoles, que coisa complicada. Fiquei tentado em escrever sobre pena de morte. Aguardem.
Aliás, uma discussão nos comentários seria bacana. Mesa redonda de blogspot.

PS Pós Texto: Sim, o próximo post É a review de Assassins Creed II.

sábado, 29 de agosto de 2009

Se Vai Protestar, Protesta Direito, Porra!

O movimento Fora Sarney veio tomando muita força em São Paulo, e acabou por ter seu 'dia fixo' de passeata. Há três sábados, o protesto contra o presidente do senado acontece no MASP, na Av.Paulista de Sampa.
É claro que gritar "FORA SARNEY" e parar o trânsito não levará a lugar nenhum. Leôncio não deixará de ser o Big Boss do senado, muito menos com a atitude patética que presenciei naquele protesto.
O grito mais decorrente era "Ei, Sarney, Vai tomar no **!" (sem palavrões, isto é um blog de família). Já disse que as passeatas não vão mudar nada, independente dos gritos, mas, ao menos, façam algo inteligente. Ele é o presidente do senado, não o açogueiro - apesar de não haver uma diferença de comportamento intelectual de um pro outro.
Muita gente tava no grito sem saber o porque, sem nem saber quem é José Sarney e nem o que ele fez. O pessoal tava lá pela diversão de gritar, parar o trânsito e papear com o hippie. O povo nem ao menos sabe o que Sr.José faz, acredite, tinham pessoas lá que não sabiam nem que Sarney era senador do Amapá (estado com qual ele possui a mesma ligação que Che Guevara possuia com a Romênia). Pior ainda, tinham pessoas lá que não sabiam nem que Sarney era senador!Os paulistanos não são afetados em nada pela 'liderança' de Sarney. Concordo que ele é o mais belo exemplo de filho da puta, mas vocês são o que agora, exército da salvação? Eu não gosto do Sarney porque vejo ele como um símbolo do que o Brasil quer - e deve - abandonar. Nosso atual presidente do Senado é, ao meu ver, o 'emblema' da época do Governo Militar, um dos homens que viveu apenas a base do apoio e precisa ser esquecido, junto com outros políticos desse tempo.
Acho que essas micro-revoluções ganharam muito poder por causa do CQC. Tem muito adolescente hoje em dia querendo ser revolucionário, querendo mudar o país e o mundo. Sinto dizer, mas pra isso, é necessário saber, ao menos, a favor de que você acha que está lutando.

É difícil mudar algo relacionado a política e ao governo. Não é impossível, o poder é do povo em qualquer situação, mesmo que seja uma ditadura, quem pode mudar isso é o povo.
Pena que o nosso povo não saiba nem escrever, tampouco mudar um país que ocupa 50% do território latino.

Por isso que eu digo, e insisto: Protestar é mais do que gritar, correr e brigar com PM. É lutar por alguma coisa que você realmente acredita.A política reflete o interesse do povo e, na minha opinião, os políticos estão no exato nível de 'merecimento' da nossa população.

E Insistentemente, eu continuarei dizendo: Se vai protestar, PROTESTA DIREITO, PORRA!

sábado, 20 de junho de 2009

Maconha: É Hora de SE DECIDIR!

Como alguns posts anteriores ficaram mais focados na parte cômica do que na parte intelectual vou falar da minha visão sobre um assunto mais sério hoje.

Estou cansado MESMO de ver em algumas revistas e blogs - até bem conceituados - reportagens com o título "Maconha: É Hora de Legalizar?".
Sinceramente, acho que está na hora de pararmos com esse tipo de discurso e decidirmos de uma vez! Pararmos de usar nossos argumentos apenas para mostrar numa revista ou num blog, devemos usá-los seriamente, pra, quem sabe, levar a uma decisão firme do governo! Parece que esses "discursos" sobre a legalização da erva são só pra encher linguiça ou pra gerar polêmica entre o governo e os maconheiros!

Não vou expor meus argumentos nem minha opinião sobre a legalização da droga, afinal, é exatamente disso que estou reclamando. Eu não fumo nem tenho nada contra com quem fuma, afinal, a vida é de cada um, mas o que eu estou dizendo aqui é: Argumenos e opiniões são para ser levadas a sério. Para ser levadas a uma decisão, não para pessoas ficarem "se humilhando" em discussõezinhas de Orkut.

Chegou a meu conhecimento que algumas revistas, como a Época, publicam anualmente uma edição cuja capa é a insuportável matéria: "Maconha: É Hora de Legalizar?". Por que? Por que RENDE. Maconheiros e/ou pessoas interessadas no assunto, na proibição etc... compram essa edição assim como zumbis buscam carne humana. Neste caso, todo o discurso e argumentos dos colunistas da Época gira em torno do lucro.

G-Suis, a raça humana não é capaz de fazer uma coisa sériamente, por menor que ela seja, SEM PENSAR NO LUCRO QUE ELA PODE GERAR? E eu achando que aquelas matérias das conceituadas revistas intelectuais tinham a intenção de estabelecer uma discussão inteligente, levando a população a um consenso sobre a droga... bullshit.

Tô esperando pra ver o dia em que uma dessas discussões iniciadas em revistas intelectualóides nos levará a algum lugar.
Bom. É isso aí pueblo!

Continuem comentando, seguindo, divulgando e.....
Whatever, nunca comam neve amarela!

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Será que se álguem engolir uma buzina, apertando a barriga dela, ela emite o som?

Por que se esse corno continuar buzinando, é isso que vai acontecer.

Mas-que -inferno!
Não aguento mais. Tive 3 provas hoje, sendo que uma delas foi química.
Quando finalmente saí da escola, eu e um amigo (Nipooo! Acessem ae o blog dele: www.nipooo.blogspot.com) fomos comer um assassino lanche no McDonald's da mais conhecida rua das putas paulistanas - Rua Augusta.

Já jogou um pedaço de chocolate num formigueiro e ficou olhando? Igual. Parecia o show do Iron Maiden, sem música e em escala menor, obviamente. Ah, e sem os Hooligans.

Enfim, após alguns minutos em pé e uma troca amigável de xingamentos com alunos do Dante, arranjamos uma mesa de cara pra janela, vista panorâmica, aquele luxo que só o Mc proporciona.
Estávamos lá, comendo batatinhas que daqui a 40 anos nos matarão quando, sem razão aparente, começamos a analisar o cruzamento. Um dos sinais tinha travado no amarelo, e o outro, no vermelho. Resumindo: Aquela rua tinha virado uma anarquia! Corram pelas suas vidas!

Como em todo dia ruim, sempre tem O filho da puta. No caso, o cara que buzina. Aliás, os caras que buzinam.Viaaaaaaados, não suporto vocês.
Cada mordida naquele hambúrguer gorduroso era um pulo da cadeira, um susto enorme por causa de uma buzina ultra-sonora de alguma brasília mal tunada.

Acabando nossa maravilhosa refeição, descemos e encostamos num poste de luz lá na rua. Não deu 2 minutos até alguém buzinar, as reações foram ótimas.

Qual é, motoristas? Tão com pressa? Saiam mais cedo, oras bolas!
Aquele cruzamento era o inferno sobre a terra, morria um ou dois ali fácil fácil...

Motorista afobado, caminhoneiro imbecil, motoqueiro corno e pedestre filha da puta. Essa é a realidade do trânsito da cidade de São Paulo. Parece ruim o suficiente, não é? Mas claro, temos que buzinar, afinal, há sempre uma maneira de se piorar um problema.

Finalizando com um recado pessoal:
Tá querendo vender a buzina, corno?
Então PARA DE BUZINAR, FILHO DA PUTA!